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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Incógnita do Amor

Amor paixão ódio

Eu me odeio porque te amo

Amo-te, no entanto não sei se devo

Minha infinita burrice

Leva-me ao delírio na doçura de seus beijos

Em seus braços almejo estar

Logo que a noite cai meu infinito soluçar quebra o silencio do luar

Noites aflitas pensando em você, em mim, em nós, ninguém

Portanto você é minha incógnita

Minha vida, meu futuro?

Talvez alguém, será ninguém?

Mas o tempo ora tempo

Somente ele só ele

Poderá dizer o que é certo sobre você.