
Incógnita do Amor
Amor paixão ódio
Eu me odeio porque te amo
Amo-te, no entanto não sei se devo
Minha infinita burrice
Leva-me ao delírio na doçura de seus beijos
Em seus braços almejo estar
Logo que a noite cai meu infinito soluçar quebra o silencio do luar
Noites aflitas pensando em você, em mim, em nós, ninguém
Portanto você é minha incógnita
Minha vida, meu futuro?
Talvez alguém, será ninguém?
Mas o tempo ora tempo
Somente ele só ele
Poderá dizer o que é certo sobre você.